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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Siniter 2


A sequela do melhor filme de terror de 2012, que não traz justiça ao primeiro filme, sendo mais uma sequela falhada de um bom filme. O filme conseguiu chegar na bilheteira aos 51 milhões de dólares mas com um orçamento de 10 milhões, mas as críticas foram bastante negativas e a mostrar que não consegue representar a qualidade do seu antecessor.
A história do filme passar-se numa casa onde na igreja que faz parte do terreno onde aconteceu um crime e onde estão escondidos uma mãe com os dois filhos, um deles é visitado todas as noites por crianças que o levam a ver filmagens de assassinatos. Um ex-policia, que aparece no primeiro filme, anda a investigar casos de assassinatos estranhos e é levado pela a sua investigação aquela casa onde cria uma relação com a mãe e os filhos.
As expectativas para este filme estavam altas mas como é costume as sequelas de bons filmes, ou pela a pressão ou por falta de ideias, quase sempre falham e aqui não foi excepção. Em primeiro lugar o actor principal foi uma má escolha pois o seu ar é tão "patético" que ninguém o consegue levar a sério, sendo bom por exemplo para filmes de comédia, mas não para este filme.  Em segundo, o modelo de terem sons irritantes e altos não traz nada de bom, antes pelo o contrário, só pioram, trazendo uma má qualidade sonora ao filme. Em terceiro, apesar de ser uma sequela e ter de ser uma continuação, este filme não traz nada de novo, reciclando somente os aspectos interessantes do filme anterior. Mas apesar isto tudo, o filme também tem aspectos bons, o enredo, a ideia das filmagens das crianças está bastante interessante, a casa onde as coisas acontecem, com a igreja logo ao lado, dando um ar assustador, o personagem do Bughuul e as transformações das crianças, são um salva vidas para um filme que não faz o que podia ter feito, sendo que podia ser um dos melhores filmes do ano. 



Pontos Positivos:
- História
- Cenários
- Efeitos de Terror

Pontos Negativos:
- Representação
- Som
- Nada de novo

Rate: 6/10

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

The Visit


The Visit traz de novo M. Night Shymalan para o rumo dos bons filmes depois de algumas longas metragens falhadas no que toca a qualidade. O filme teve na bilheteira uns fantásticos 97 milhões de dólares mas mesmo assim as críticas são mistas, em que muitos mostraram o seu contentamento e outros nem por isso, dando a opiniões muito variáveis.
O filme conta a história de duas crianças que são enviadas para casa dos avós para passar uma semana com eles, enquanto a sua mãe vai de férias com o namorado. Uma das crianças, Becca, decide filmar um documentário sobre os avós, a fim de ajudar a mãe a concilia-se com os seus pais. Enquanto filmava o documentário, Becca e o irmão mais novo, Tyler, descobrem um segredo obscuro sobre os seus avós.
Este filme tem um pormenor que estragou as expectativas a muitos e que se tivesse sido feito como deve ser muitos mais tinham gostado do filme, e esse pormenor é o facto do filme ser um thriller e não um filme de terror, tal como foi apresentado, pois quem viu o filme percebe que não existem elementos de terror e reina mais o suspense do que o susto e o terror. Mas se pusermos esse pormenor de parte e analisarmos o filme em si, este está bem feito, com as tónicas nos sítios certos e uma relação com os personagens que nos cativa desde logo, sendo que ao pesquisar para esta crítica descobri que o rapaz que faz de Tyler está nomeado para um prémio para jovens actores, mas apesar disso o final poderia ser mais promissor do que foi. Em suma, o filme tem qualidade e faz-nos passar um bom tempo ao vê-lo, mas quem procura um filme com sangue, terror e medo, não os vai encontrar aqui, o que não inviabiliza que seja um bom filme, sendo uma boa aposta de M. Night Shymalan depois de anos apagado.


Pontos Positivos:
- Câmaras
- História
- Representação
- Banda Sonora

Pontos Negativos:
- Final pouco interessante
- Poucos efeitos de terror

Rate: 7.5/10